quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Um dos melhores cursos de Jornalismo do país

A Universidade Católica de Brasília é hoje considerada uma das melhores com o curso de Comunicação Social do país. Premiada pelo Portal Imprensa e o Guia do Estudante, ela só reforçou no mercado o forte nome que possui dada a sua qualidade acadêmica.



Recentemente, o curso de Comunicação Social da Universidade Católica de Brasília (UCB) foi avaliado como o terceiro melhor do país, desbancando Universidades como a UnB e a USP. A avaliação rendeu a instituição dois importantes prêmios: o primeiro o Portal Imprensa, e o segundo o Guia do Estudante.

Foram avaliados 220 cursos, sendo os 10 melhores classificados. O curso de Jornalismo foi escolhido um dos melhores do país pelo Portal Imprensa, que, analisou corpo docente, projeto pedagógico, experiência laboratorial e presença no mercado de trabalho. Depois, o Guia do Estudante classificou os dois cursos, Publicidade e Propaganda e Jornalismo, como quatro estrelas no prêmio Melhores Universidades 2009.

A fim de entender melhor a colocação a que chegou a UCB desbancando universidades renomadas no mercado, muitas delas públicas, foi procurada a professora Rosana Pavarino da instituição para dar o seu ponto de vista. “O projeto pedagógico, tanto para uma habilitação quanto para outra, foi sempre pensando com cuidado, visando a formação profissional e acadêmica. O resultado dessas pesquisas mostra isso: a coerência e seriedade deste projeto".

Depois, fui obter a opinião de alunos de outras instituições como a UnB e a Unip para saber o que eles pensam sobre o assunto. A aluna Mayara Reis, 21, estudante do sétimo semestre de Jornalismo pela UnB, disse: ”Acredito que temos muitas razões para estarmos de fora [da lista das melhores]. Mas, mesmo com todas as deficiências, a UnB ainda sai com ótimos profissionais. Fui a escolhida em todas as seleções de estágio das quais participei. Talvez porque, por se tratar de uma Universidade pública, as pessoas saibam que ali só estão os que tiveram uma boa formação nos ensinos Básico e Médio”.

O aluno Tiago Moreno Lima, 26, estudante do sexto semestre de jornalismo pela Universidade Paulista, falou: “Acho justas as premiações, mesmo conhecendo de longe o assunto. De qualquer forma, a minha opinião é a “do universitário médio”. Acho que a maioria, pelo menos aqui em Brasília, se orienta por comerciais ou avaliações de amigos, e não por premiações ou avaliações de órgãos responsáveis. Por esse lado. o que importa mesmo são os professores, e o que eles podem passar de experiência. Por exemplo, quem dá aula no IESB, já lecionou na UNIEURO, ou na UCB, ou Unip, ou UnB, etc”.

A qualidade do corpo docente

A Universidade Católica de Brasília foi considerada uma das melhores em seu curso de comunicação. E para saber uma das causas disso, é necessário analisar a gestão do curso e sua organização.
Primeiro é importante saber qual o diferencial que a instituição representa em relação às outras. Segundo o diretor do curso André Luis Carvalho, é o trabalho em conjunto entre direção e professores que contribui para uma boa qualidade de ensino e também devido a baixa rotatividade de professores, pois trabalham geralmente por muito tempo na universidade. Com isso, há mais afinidade entre as partes e conseqüentemente um trabalho muito melhor, onde todos discutem juntos, as reclamações o que se pode mudar no plano de ensino, no currículo, que problemas estão tendo e então filtrar e as informações e considerar os temas relevantes.
Escolher um professor correto para fazer parte do corpo docente é tão importante que existe bastante cautela para se contratar um na UCB. São três fases que o candidato deve passar: primeiro irão analisar o seu currículo, depois ele terá que dá uma aula para uma determinada banca e posteriormente haverá uma entrevista. O professor deve ser bem aceito também pelos alunos, pois há uma avaliação em relação a este que é enviada aos estudantes semestralmente, e se houver um alto índice de rejeição em alguns aspectos, chama-se o educador para conversar e melhorar seus métodos.
Além disso, um dos pontos que o diretor considerou como diferencial e que ele sente falta em outras universidades são os núcleos de práticas que existem na Católica, como empresas juniores( Matriz, casa da mão), projetos de extensão(Ouvidoria e Rede vida) e oficinas que possibilitam os alunos a praticar o que aprenderam em sala.
“Mesmo quando as coisas parecem bem, há sempre o que melhorar”, diz André. Mas como trabalhar para isto? Como durante toda entrevista ele enfatizou que o segredo é Ouvir. “Ouvir professores, alunos, funcionários, conversando a respeito de tudo e analisando anseios da cada um. E além de ouvir é necessário colocar em prática o que foi relevante, pois se não de nada adiantaria escutar a todos” responde André.

Universidade nem para todos


por:Dulye Araujo


A UCB (Universidade Católica de Brasília),é reconhecida pela América Latina por ser uma das melhores Universidades particulares ,possui dois campus:O Campus I localizado em Águas Claras e o Campus II,localizado na Asa Norte. A Universidade possui unidades de apoio acadêmico,uma parte de suas mensalidades são investidas nas estruturas dos Campus,como no Sistema de Bibliotecas -SIBI,laboratórios de informática,Hospital da(universidade – HUCB,na educação á distância e entre outros investimentos importantes.
Segundo alguns estudantes do campus I, a Universidade precisa investir mais nos materiais de estudos, como na área de medicina que falta aparelhos novos,e na área de jornalismo que falta câmaras fotográficas,filmadoras digitais. Além da falta de materiais, os alunos de jornalismo reclamam da falta de editores de TV e pressupõem que deveria ter um laboratório para uma pessoa responsável revelar fotos para os alunos de Introdução a Fotografia. Já na biblioteca do Campus I,boa parte dos livros não são atualizados,Carlos Lima,23 anos ,estudante de medicina ,é bolsista e diz que as vezes tem dificuldades com os livros,”Nem sempre tem o livro necessário para meu estudo e nem sempre tenho dinheiro para comprar livros,pois os livros de medicina são muito caros” disse o estudante.
A estudante Leila Sousa 30 anos, que cursa o 6º semestre de jornalismo diz que está satisfeita com o campus principalmente com os laboratórios de informática,”Não tenho computador em casa,isso já facilita a minha a vida aqui no campus,ao invés de gastar dinheiro em Lan House'',concluiu Leila.
Já Mayara de Andrade, 18 anos estudante de Publicidade,diz não está muito satisfeita com a estrutura oferecida para os portadores de deficiência,'' Acho que a estrutura da UCB não atende as necessidades dos portadores de deficiência física,o elevador do bloco M por exemplo só vive quebrado e no bloco k muitos tem dificuldades de subir a rampa com a cadeira de rodas”.
A Universidade que tem seu lema “Universidade para todos”,ainda tem que melhorar em relação aos equipamentos de estudos e dedicar mais aos portadores de necessidades especiais.